quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Governo aprova projetos da Usina de Jirau, em Rondônia


Fonte: portalamazonia.com

A Usina Hidrelétrica Jirau, em Rondônia, recebeu a aprovação do governo brasileiro para ser submetida ao registro das Nações Unidas segundo o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).

A carta autoriza a Energia Sustentável do Brasil a submeter o projeto para registro nas Nações Unidas e também comercializar os créditos de carbono gerados pela hidrelétrica durante os próximos anos.

A Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária responsável pela UHE Jirau, é formada pela GDF SUEZ (60%), Eletrosul (20%) e Chesf (20%).

A emissão da carta marca a conclusão do processo de validação do projeto por uma entidade certificadora designada pelas Nações Unidas. E além disso, a finao do processo de análise conduzido pela Comissão Interministerial das Mudanças Globais do Clima, composta por representantes de 11 ministérios.

A construção da Usina é marcada por protestos e paralisações dos funcionários. Em março de 2011, o governo já havia enviado a Força Nacional para conter violência nas obras de Jirau, por conta de protestos dos trabalhadores locais.

Jirau tem uma capacidade instalada de 3.750 MW e o potencial de gerar energia limpa para aproximadamente 10 milhões de domicílios brasileiros. Essa energia renovável permite substituir o equivalente em geração termelétrica com combustíveis fósseis, reduzindo, desta forma, as emissões de gases de efeito estufa em aproximadamente seis milhões de toneladas de CO2 ao ano.

 Foto: Divulgação





sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Rebio Trombetas registra nascimento de quase 40 mil filhotes de quelônios

Fonte: d24am.com

Desde 2010, o trabalho de soltura de tartarugas é realizado em parceria com os pesquisadores e voluntários do “Projeto Tartarugas da Amazônia - Conservando Para o Futuro” - com o apoio do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), onde está situado o laboratório/sede do projeto - e desenvolvido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

A soltura de 2012 marca o fim do período de reprodução das tartarugas, que inicia em setembro, mês em que os quelônios sobem as praias para a desova, e vai até dezembro, com o nascimento dos filhotes.

O número de filhotes de tracajás (Podocnemis unifilis) e pitiús (Podocnemis sextuberculata) nascidos este ano no Lago Erepecu, superou os dados de 2011. Foi registrado o nascimento de 16,4 mil filhotes das duas espécies. No ano anterior, o número não passou de 15 mil filhotes nascidos.

Estatísticas comparativas

Desde 2008, quando as atividades de fiscalização nas praias, proteção dos ninhos, além das atividades de educação ambiental desenvolvidas com os comunitários da região foram intensificadas, os registros de nascimentos de filhotes têm subido positivamente.

Em 2008, foi registrado apenas o nascimento de 4,1 mil filhotes de tracajá e pitiú dentre as onze praias de desova da Reserva.

Já o número de filhotes de tartaruga-da-amazônia (Podocnemis expansa) nascidos este ano nas praias do Rio Trombetas, foi o menor dos últimos anos. O registro é de 21,9 mil filhotes nascidos até o último dia 11.

“O trabalho começou efetivamente em 2003 e no início poucas famílias acreditavam no sucesso deste projeto. Felizmente hoje já temos 27 famílias quilombolas envolvidas neste processo de proteção das praias”, comentou José Risonei Silva, analista ambiental do ICMBio e coordenador da Reserva Biológica do Rio Trombetas e Flona Saracá- Taquera.

O Projeto Tartarugas da Amazônia - Conservando Para o Futuro é patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Ambiental e conta com o apoio do Inpa e desenvolvimento do ICMBio.


Foto: Divulgação/Wallace Abreu/Inpa

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Produção de açaí no Amazonas tem alta de 2.000% e bate 89.480 toneladas

Fonte: portalamazonia.com

Dados da pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) fazem um “raio-X” da situação dos produtos do extrativismo vegetal e da silvicultura na Amazônia. As últimas estatísticas, divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que a peculiaridade e a crescente demanda do mercado por produtos da região impulsionam o destaque da produção local a nível nacional.

Dos 20 maiores municípios produtores de frutos de açaizeiros nativos no Brasil, 12 se encontram no Pará, e oito no Amazonas. Essas cidades concentram 71,4% dos registros de todo o País. Em 2011, o Amazonas registrou aumento de 2.648% na produção de açaí. A estatística, que influenciou na soma de R$ 102 milhões em receitas, representa a maior alta registrada no período em todo o País, fechando a colheita em 89.480 toneladas. A evolução, no entanto, não foi suficiente para tirar do Pará a liderança no cultivo do fruto, com 109.345 toneladas.

Quanto à castanha-do-Brasil, o Amazonas aparece no topo dos estados produtores, com 14.661 toneladas. Somente a cidade de Beruri somou, em 2011, 6.100 toneladas do material, liderando a lista dos 20 maiores municípios produtores. A estatísticas estaduais praticamente dobraram em relação a dez anos atrás. Em 2001, a produção foi de 8.352 toneladas. Passando para 14.661 toneladas em 2011, representando um crescimento no período de 75%. De volta aos estados, em seguida estão o Acre (14 035 toneladas) e Pará (7 192 toneladas).

O Amazonas ainda é o principal produtor no país de látex coagulado. Mesmo com uma queda de 9% em relação a 2010, a produção no Estado alcançou 2,3 mil toneladas – o equivalente a uma geração de R$5 milhões em receitas.

Já os dados da piaçava mostram a produção amazonense bem abaixo da líder, Bahia. O estado nordestino produziu 59,3 mil toneladas, enquanto o Amazonas alcançou apenas a marca de duas mil toneladas.

O Óleo a copaíba é outro importante produto da extração vegetal no Estado. No entanto, em 2011, a produção teve uma queda bem acentuada em relação a 2010, caindo de 538 toneladas para 168 toneladas em 2011, gerando um valor da produção de R$1,4 milhões de reais.

No Amazonas, a produção de madeira em toras obteve um pequeno aumento em relação a 2010 quando a produção foi de 665 mil metros cúbicos. Passando para 681 mil metros cúbicos em 2011, uma alta de 2,3%. Representando em valor da produção a importância de R$38,7 milhões.

A madeira em tora foi o único produto madeireiro da extração vegetal que apresentou aumento na produção em 2011 a nível nacional, com um acréscimo de 11,5% em relação a 2010. Dos 14.116.711 m³ registrados na pesquisa, o Estado do Pará participou com 5 653 358 m³, caracterizando-se como o principal produtor. O segundo maior estado produtor foi o Mato Grosso, com 2.153.468 m³, seguido por Rondônia (1.648.181m³), Bahia (1.068.079 m³) e Acre (1.064.195 m³), estado que apresentou a maior taxa de crescimento em relação a 2010. Em conjunto, estes estados participaram com 82% do total nacional.

Dos 20 maiores municípios produtores de madeira em tora da extração vegetal, 11 se encontram no Pará, onde se destaca o Município de Baião com uma produção de 659 764 m³. Fazem parte do ranking: Portel, Almeirim, Tailândia, Oeiras do Pará, Altamira, Ulianópolis, Uruará, Paragominas, Novo Repartimento e Dom Eliseu, no Pará; Porto Velho, em Rondônia; Juara e Aripuanã, no Mato Grosso; Riacho de Santana e Serra do Ramalho, na Bahia; Sena Madureira e Rio Branco, no Acre; Ortigueira, no Paraná; e Silves, no Amazonas. Juntos respondem por 42,9% do total nacional.

Foto: Lucivaldo Sena/Arquivo Ag. Pará

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Estudantes de Itacoatiara pesquisam sobre ervas medicinais da região

Fonte: portalamazonia.com

A Região Amazônica é rica em plantas das mais variadas espécies, entre elas destacamos as ervas medicinais.  Transformar os canteiros já existentes em um viveiro para produção e doação de mudas medicinais, este foi o real objetivo do projeto denominado “Educação ambiental e saberes Populares Para a Preservação de Espécies de Valor Medicinal – Fase II”, da Escola Estadual Profª. Mirtes Rosa Mendes de Mendonça Lima, do município de Itacoatiara no Amazonas.

A pesquisa foi realizada por seis jovens pesquisadores e contou com apoio do Programa Ciência na Escola (PCE), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (FAPEAM), com a parceria da Secretaria do Estado de Educação (Seduc).

A professora coordenadora da pesquisa,  Janice Castro, conta os métodos de pesquisa para que o projeto tivesse êxito. “O projeto se iniciou com os alunos  assistindo uma palestra sobre “Educação Ambiental”, outro tipo de pesquisa foi através de literatura biológica, revistas, internet e outros. O cultivo de 20 plantas medicinais nas residências de 5 famílias voluntárias também foi de grande ajuda,  fazendo assim a constução de um canteiro para a plantação de outras mudas, colocando os alunos na pratica mesmo”.

Conscientização ambiental

O trabalho de educação ambiental realizado na escola, levou os bolsistas a construírem o conhecimento a respeito do alvo da pesquisa, criando a conscientização de que é preciso conhecer para valorizar. O alvo do projeto era preservar não apenas as plantas medicinais, mas também o ambiente como um todo.

Segundo a coordenadora os alunos e as famílias contribuíram efetivamente para que a conclusão fosse feita.  Os alunos neste projeto  resgataram os canteiros domésticos através das doações de mudas feitas pela equipe e se tornando multiplicadores dessa cultura, que é uma tradição milenar e mantém viva a sabedoria dos povos da floresta que são indiscutivelmente de grande relevância contemporânea.

Foto: Divulgação/PCE

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Fragmento florestal do campus da Ufam tem importância crucial para a cidade

 Fonte: portalamazonia.com

A Univerdade Federal do Amazonas (Ufam) abriga um universo de biodiversidade que, por vezes, passa despercebido pelos manauaras. Cercado por bairros das zonas Sul e Leste, e pelo distrito industrial, o fragmento florestal da universidade merece destaque por sobreviver em meio ao caos do contexto socioeconômico da capital. A área sofre constante pressão da expansão de bairros residenciais e da instalação de novas empresas. Um exemplo desta situação aconteceu nos anos 70, com perda de parte da floresta devido a expansão do bairro Coroado. Apesar de ainda se recuperar do movimento, a área verde da instituição é a maior do Brasil em perímetro urbano.

A riqueza da floresta da Ufam se dá pela presença de animais, árvores e nascentes de igarapés. No total, acredita-se que o número de espécies de vida vegetal seja superior a 2 mil. No entanto, é difícil dizer com exatidão, devido ao pequeno número de estudos realizados na área. “Os únicos estudos feitos na área foram iniciativa da própria universidade. Não temos informações suficientes para determinar o número exato”, disse o biólogo Marcelo Gordo. Algumas das espécies comumente vistas na área são Cumarus, Pau-rosas e Buritizeiros e, mais raramente, Tanimbuca, Copaíba e Andiroba. O professor Marcelo lembra que estas espécies exercem um importante papel nos bairros vizinhos. “Ter uma floresta bem conservada perto de bairros populosos, faz com que ela tenha uma função de regular a temperatura e a umidade do local”, explica.

Já para os animais, a dificuldade é outra. Devido a extensão da área e a dificuldade em fazer a coleta de animais do grupo de invertebrados, tais como aranhas, baratas, formigas e gafanhotos, é difícil dizer ao certo quantos espécies de animais vivem dentro dos limites da Ufam. Do grupo de vertebrados, aqueles que possuem coluna vertebral, o sauim-de-coleira possui uma estimativa de 140 animais e é o único que foi calculado até hoje.  Também já foram avistados espécies de tatus,  quatis, jurapás, esquilos, ouriços, mucuras, mucura-xixicas, ratos selvagens, morcegos e preguiças.

Nascentes e presença animal

Além das espécies de árvores e animais, há também a presença de 20 nascentes e 12 igarapés. Com a consciência ecológica de conservá-los, todas as obras da universidade são feitas nas áreas mais elevadas do terreno do campus, distantes das nascentes. Além disso, a estrada que dá acesso ao Instituto de Ciência Humanas e Letras (ICHL) foi construída com um grande número de curvas, justamente para desviar as obras urbanas das proximidades dos igarapés. Outro destaque vai para o projeto de arquitetura do campus. A do setor norte do campus, por exemplo, contempla a utilização de luz e ventilação natural. No entanto, as condições climáticas de Manaus dificultam a execução da proposta. “O calor de Manaus chegou a um ponto em que o uso do ar condicionado é imprescindível. Por este motivo, é difícil fazer uso exclusivo da ventilação natural. A iluminação, no entanto, funciona como estava previsto no projeto”, explicou Marcelo.

A combinação da vida animal, da vida vegetal e da presença de seres humanos é uma condição rara. Para Juliana Dias, 23, estudante de pedagogia, é importante que os alunos tenham um convívio harmonioso com a natureza do campus. “Aqui, nós temos a oportunidade de estudar em um lugar diferenciado. É importante que os alunos cuidem deste patrimônio”, disse. A estudante, que é moradora de um dos bairros vizinhos da floresta, o Coroado, explica que a floresta traz benefícios tanto para os estudantes, quanto para os moradores da região. “Conviver com a floresta é ótimo. Assim que passamos aos redores da Ufam, podemos sentir que o clima aqui é mais fresco. Isto é um grande diferencial”.

Foto: Sarah Lyra/Portal Amazônia

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Selo verde para produtos sustentáveis da Amazônia será votado no Senado

Fonte: portalamazonia.com

O projeto que cria o Selo Verde Preservação da Amazônia será votado nesta terça-feira (4), pela Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). O objetivo é atestar a adequação ambiental de produtos da Zona Franca de Manaus, de Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e de Áreas de Livre Comércio, localizadas na Região Amazônica.

No projeto original (PLS 185/2011), a autora, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), propunha que o Selo Verde se limitasse a produtos da Zona Franca de Manaus, mas o senador Jorge Viana (PT-AC) apresentou emenda ampliando o alcance para produtos oriundos de ZPEs e de Áreas de Livre Comércio, na Amazônia. O relator, senador Cícero Lucena (PSDB-PB), acolheu as sugestões de Jorge Viana e acrescentou outras, para fazer ajustes de redação e de técnica legislativa.

Saiba mais:
Projeto cria selo verde para produtos da Zona Franca de Manaus
FIAM: ZFM quer selos verdes para produtos sustentáveis

Selo Verde

Para receber o Selo Verde Preservação da Amazônia, o produto deve ser fabricado de acordo com a legislação ambiental e sem exercer pressão sobre a floresta. Deve ser produzido com baixo consumo de energia, água e outros insumos, além de baixa ou nenhuma emissão de gases de efeito estufa ou que afetem a camada de ozônio.

De acordo com o projeto, são considerados produtos ambientalmente adequados “aqueles que cumprem, nas etapas de produção, transporte e comercialização, os preceitos éticos e normativos da proteção ambiental”.

Para receber o Selo Verde Preservação da Amazônia, o produto deve ser fabricado de acordo com a legislação ambiental e sem exercer pressão sobre a floresta. Deve ser produzido com baixo consumo de energia, água e outros insumos, além de baixa ou nenhuma emissão de gases de efeito estufa ou que afetem a camada de ozônio.

Também deve ter boa durabilidade e prever a possibilidade de reuso ou reciclagem do próprio produto e de sua embalagem. O fabricante do produto poderá utilizar o Selo Verde em peças publicitárias e outras formas de divulgação.

Foto: Chico Batata

Indígenas do Amazonas produzem artesanato utilizando látex

Fonte: portalamazonia.com

Comunidades indígenas de três municípios amazonenses são as primeiras a utilizar o látex de diferentes espécies de seringueiras na produção de peças artesanais.

O projeto é executado pelo Polo de Proteção Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais (Poloprobio) em parceria com o Governo do Amazonas, que tem incentivado as comunidades indígenas a desenvolver a técnica, por meio da Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind).

A iniciativa conta com recursos da Petrobras e o apoio de instituições como o Banco do Brasil, Instituto Chico Mendes para Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Fundação Nacional do Índio (Funai).

A participação dos indígenas do Amazonas no projeto começou este ano em comunidades de Autazes, São Gabriel da Cachoeira e, mais recentemente, em Borba (a 150 quilômetros de Manaus). De acordo com a chefe do Departamento de Promoção dos Direitos Indígenas da Seind (Depi), Rose Meire Barbosa, a Seind tem um papel importante nesse processo.

“Cabe à secretaria diagnosticar o potencial produtivo, assessorar o Poloprobil na implantação da unidade e incentivar a participação dos indígenas, facilitando a logística para a realização das atividades”, informou Rose Meire.

Metodologia

No início é realizado um diagnóstico do potencial de cada comunidade. Em seguida, os indígenas participam de oficinas que aliam o conhecimento tradicional com o científico, num trabalho simples que agrega valor ao produto (borracha), sem qualquer interferência no estilo de vida dessas pessoas e sem causar prejuízos ao meio ambiente.

Em Borba, por exemplo, a atividade reuniu 30 produtores e mais três seringueiros indígenas do povo Munduruku, da Aldeia Laranjal, situada no médio rio Madeira. A ação deverá gerar benefícios para mais de 200 pessoas, de forma indireta.

Workshop


O projeto tem gerado oportunidades de trabalho e renda para as populações indígenas, a partir das próprias oficinas. Ao final de cada atividade, tudo o que é produzido passa a ser comercializado num workshop.

Oficina em Belém

Além da capacitação, o projeto também possibilita o intercâmbio entre os indígenas da Região Norte. Durante os próximos dez dias, a cidade de Belém será sede da Oficina de Capacitação entre Multiplicadores de Encauchados Vegetais da Amazônia.

O Amazonas estará representado no evento por Dalvino Souza Mura, 42, da aldeia Muritinga, e por dona Amilta Munduruku, da aldeia Laranjal.

Ambos estiveram sexta-feira (30 de novembro) na Seind, para fechar os últimos ajustes da viagem até a capital paraense. “O projeto é bom”, destacou Dalvino. “Esta oficina (programada para um assentamento) é para capacitar os seringueiros e irá nos ajudar no dia a dia com nossas comunidades”, acrescentou o indígena, que é filho de seringueiros e trabalha no ramo há mais de 20 anos.

Foto: Seind